Indizível, de Léo Tavares

Léo Tavares
São Gabriel – RS

No poema verbovisual “Indizível”, deparamos com a confluência de dois mundos – o da palavra e o da imagem, fronteira movediça em que o ler e o ver se confundem e reconciliam.

Noturno da Mosela

Manuel Bandeira
Recife – PE

O silêncio que entremeia os versos de Manuel Bandeira é um silêncio vivo. Cresce junto com o discurso poético, marca o compasso da leitura regula a vibração da voz, potencia o som e o sentido do verso findo, pressente o novo. (Alfredo Bosi)