Existe um compositor erudito indígena?
Eduardo Guerreiro Losso
Rio de Janeiro – RJ
Um registro do espanto à escuta da obra de Louis Wayne Ballard.
Eduardo Guerreiro Losso
Rio de Janeiro – RJ
Um registro do espanto à escuta da obra de Louis Wayne Ballard.
Giuliana Seerig
Santa Maria – RS
Em ensaio que comenta Cesare Pavese, a autora discorre sobre memória, influência e amadurecimento literário.
Claudio Trasferetti
Indaiatuba – SP
“A marcha: romance da abolição”, de Afonso Schimdt, e sua concepção são aqui comentados em uma breve resenha.
Lucio Carvalho
Bagé – RS
O mais recente livro de poesia de Lucia Fonseca é apresentado aqui numa breve resenha.
Betina Bischof
São Paulo – SP
O ensaio analisa o livro “O mundo sitiado: a poesia brasileira e segunda guerra mundial”, de Murilo Marcondes de Moura.
Júlia Batista Bernardes Farias
São Paulo – SP
Resenha do livro de contos de Ruth Guimarães, autora de “Água funda”, que foi relançado em 2024 pela editora Madamu.
Claudio Trasferetti
Indaiatuba – SP
“Amanhã não tem ninguém”, de Flávio Izhaki, aborda o desconforto com as expectativas alheias e papeis não desejados numa família de origem judaica.
Cinara Ferreira
Porto Alegre – RS
Desde Ana Cristina César e, presentemente, com Angélica Freitas, a poesia de autoria feminina é analisada na perspectiva da performance de Barthes e Ravetti.
Léa Masina
Porto Alegre – RS
A professora e pesquisadora Léa Masina discute neste ensaio o caráter e a permanência da obra de Alcides Maya.
Paulo Damin
Caxias do Sul – RS
Na quinta e última parte do ensaio inédito de Paulo Damin, completamos a leitura de sua incursão pela obra e a vida do escritor uruguaio Juan José Morosoli (1899 – 1957).
Thomaz Albornoz Neves
Sant’Ana do Livramento – RS
Écloga V: Verão é composta por um lirismo vertiginoso. Há uma irresistível celebração à vida própria do entusiasmo das éclogas clássicas nestes versos escritos desde o olhar do adolescente que Joseph foi.
Paulo Damin
Caxias do Sul – RS
Na quarta parte do ensaio inédito de Paulo Damin para Juan José Morosoli (1899 – 1957), sabemos um pouco mais a respeito do ensaísta e suas motivações.
Lucio Carvalho
Bagé – RS
O autor de “La Minuana” discute aqui a língua morta dos indígenas charruas e minuanos, primeiros habitantes do Rio Grande do Sul e do Uruguai.
Luiz-Olyntho Telles da Silva
Marcelino Ramos – RS
O ensaio faz uma reflexão, a partir da tradução de Donaldo Schüller para a Odisseia de Homero, quanto à constituição do pai na literatura e a interpretação psicanalítica.
Paulo Damin
Caxias do Sul – RS
Na terceira parte do ensaio inédito de Paulo Damin para Juan José Morosoli (1899 – 1957), entramos um pouco mais no universo ético e estético do autor uruguaio.
Edson Silva de Lima
Cáceres – MT
Sem tradução no Brasil, o livro de Martha Nussbaum enfrenta as noções utilitaristas e propõe a literatura como victa activa.
Friedrich Hölderlin
Lauffen – Alemanha
A reflexão nunca publicada integra os textos que Hölderlin pretendia publicar na revista Iduna e que discute a Ilíada e o fazer poético com seus contemporâneos Schlegel, Novalis e outros.
Claudio Trasferetti
Indaiatuba – SP
Aqui, minha tentativa de resumir a letra da canção folclórica britânica “Three Ravens”, recolhida em 1611 por Thomas Ravenscroft.
Flavio Barbeitas
Belo Horizonte – MG
A primeira tarefa deste texto é responder à indagação trazida pelo título. Primeira, mas não a única, porque, como se verá, o objetivo final é ir além dela, a fim de explorar os horizontes teóricos que uma eventual resposta positiva venha a abrir.
Paulo Damin
Caxias do Sul – RS
Aqui, a segunda parte do ensaio inédito de Paulo Damin para o escritor uruguaio Juan José Morosoli (1899 – 1957).